Cada série é uma lente diferente sobre o mesmo problema: por que adoecemos? Rigor científico, estética xilográfica, leitura estrutural. Tudo citado. Tudo revisado. Tudo acessível.
Passa em mínimo 3 dos 5 ângulos editoriais. Temas de alto risco têm revisão jurídica adicional.
Médico especialista na área assina o roteiro. Nome, CRM e especialidade entram em tela nos primeiros 5 segundos.
Toda afirmação técnica tem fonte em narração, legenda lateral ou descrição. Hierarquia: MS → OMS → Cochrane → estudo primário.
CFM 2.336/2023 · LGPD · ANVISA RDC 96 · YouTube Medical Policy. Checklist de 7 etapas obrigatório.
"Este conteúdo é educativo. Não substitui consulta médica. Procure seu médico." — todo episódio, sem exceção.
A linha editorial da LUMEN é o que separa um canal com identidade de um canal com aparência. Estas 8 regras são invioláveis em qualquer série.
Sem fonte verificável, não vai ao ar. Sem exceção, sem "é de domínio público", sem "todo mundo sabe".
Todo tema é lido no nível biológico E no nível estrutural. Biologia sem contexto social é meia explicação.
Saúde é contexto antes de ser escolha. Nenhum vídeo da LUMEN responsabiliza individualmente quem adoece.
Nenhum vídeo termina sem uma ação concreta e acessível. Paralisia é o jogo do concorrente — não o nosso.
Apenas substância ativa. Nunca "tome" — sempre "quem usa". Nunca promove — sempre informa com cautela.
Psiquiatria sem psiquiatra não vai ao ar. Ginecologia sem ginecologista idem. Curador é blindagem, não cerimônia.
Nenhum "antes e depois" sensacionalista. Nenhum "MÉDICOS ESCONDEM". A estética xilográfica já é memorável — não precisamos de clickbait.
"A evidência sugere…" "Em geral, espera-se…" "A maioria dos pacientes…" — nunca "100% eficaz", nunca "cura".